Autoconsumo uma aposta no futuro 

E se aproveitasse o Sol para produzir e consumir a sua própria eletricidade? 

 

Para dar resposta a esta questão, a Donauer Solar Systems lançou um conjunto de soluções de autoconsumo solar fotovoltaico adaptadas ao perfil e às necessidades de cada consumidor.

 

As soluções de autoconsumo da Donauer permitem-lhe produzir e consumir a sua própria eletricidade na sua casa ou empresa. Através da instalação de uma unidade de produção para autoconsumo (UPAC) pode substituir parte da energia habitualmente comprada à rede e obter uma redução significativa da sua fatura de eletricidade.  Uma instalação de autoconsumo canaliza de forma automática a energia produzida através dos painéis fotovoltaicos para o consumo próprio. Assim as poupanças do consumidor aumentam porque não precisa recorrer à energia dos comercializadores. A energia excedente, no entanto, pode ser injetada na rede eléctrica e vendida ao preço do mercado grossista.

 

 

Deixar de pagar parte da conta da luz já se tornou realidade para quem aposta no autoconsumo fotovoltaico. 

 

As principais vantagens do autoconsumo fotovoltaico são a diminuição da dependência energética do consumidor e a redução da fatura de eletricidade nos períodos mais onerosos do dia e, nomeadamente para as empresas, meio de controlo dos custos a longo prazo e melhoria na competitividade.  A descida de preços dos equipamentos nos últimos anos tornou a energia solar fotovoltaica mais interessante para muitos consumidores. Cada vez mais os portugueses controlam os custos de energia e libertam-se das oscilações dos preços graças à energia solar. O autoconsumo fotovoltaico é a solução do futuro.

Autonomia

Poupança

Sustentável

Inteligente

O autoconsumo é simples.

 

Recorde-se que a nova legislação (decreto-lei n.º 153/2014), que permite produzir eletricidade para consumo próprio ou seja para o autoconsumo, entrou em vigor em Janeiro 2015. O novo regime do autoconsumo através de painéis solares fotovoltaicos prevê menos burocracia e processos pouco onerosos para quem pretende produzir a sua própria electricidade, possibilitando assim que qualquer pessoa adira.

 

O novo processo simplificado, prevê apenas uma comunicação prévia à Direcção-Geral de Energia e Geologia, que poderá ser feita via electrónica, para unidades de produção para autoconsumo (UPAC) até 1500 watts de potência. Instalações com potência inferior a 200W nem precisam ser comunicados à DGEG, pode imediatamente começar a produzir. No entanto, sistemas de autoconsumo em que se pretenda vender a electricidade que é injectada na rede pública carecem de um registo formal.

 

O principal objetivo do novo regime de produção distribuída é o autoconsumo de energia elétrica que facilita aos particulares e empresas produzir e consumir a sua energia elétrica a partir de fontes renováveis. Um dos aspectos positivos da alteração é que o consumidor final consegue, mesmo com um pequeno investimento, atingir uma poupança significativa no seu orçamento mensal. A energia solar torna-se assim cada vez mais atractiva para os portugueses.

 

 

Autoconsumo instantâneo: Consumir diretamente a sua energia solar sem armazenamento. 

Donauer Autoconsumo instantâneo

A instalação de autoconsumo é composta por um ou vários painéis fotovoltaicos e microinversores / inversores que disponibilizam instantaneamente a electricidade gerada, permitindo assim uma redução parcial ou total do consumo durante o dia. O dimensionamento do sistema é determinado pelo consumo diurno.

 

 

 

Autoconsumo com baterias solares para a acumulação da energia. 

 

 

Donauer Autoconsumo com baterias

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Autoconsumo.

Ganhe um lugar ao Sol.

 

A Donauer aconselha estudar com antecedência cada projecto, uma vez que o correcto dimensionamento do sistema é crucial para o bom funcionamento e o retorno do investimento. Os sistemas e kits de autoconsumo da Donauer têm aplicação para qualquer tipo de utilização: doméstica ou empresarial.

É possível vender toda a energia solar à rede?

 

Sim, é possível vender a energia solar fotovoltaica á rede pública. Nesse caso não obterá para uma unidade de produção para autoconsumo (UPAC), mas sim para uma unidade de pequena produção (UPP). A totalidade da energia solar será injectada na rede pública, num modelo de negócio semelhante ao antigo regime da micro e miniprodução. A tarifa da venda é fixada através de um leilão junto do SERUP. Para 2015 O Governo definiu uma quota de 15 megawatts (MW) para registos de UPP.

A energia fotovoltaica excedente da injeção direta no circuito interno da casa ou estabelecimento é armazenada em baterias solares. Assim a energia solar armazenada pode ser aproveitada nas alturas sem radiação solar suficiente, por exemplo à noite. Conforme as necessidades individuais, é possível dimensionar sistemas completamente autónomos ou sistemas que contem com apoio da rede pública.

 

 

 

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